domingo, 21 de junho de 2009

Os parques de Curitiba






são tão bonitos, agradáveis, são tão verdes...

Ih, esqueci


é muito normal comer pinhão em Curitiba nesta época do ano. E é bem gostoso!

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Normal em Curitiba















Tem uma rádio da cidade que coloca personalidades locais para dizerem o que é ser normal em Curitiba. Tá eu não sou uma personalidade curitibana, mas já percebi algumas coisas normais em Curitiba nesse ano e meses que moro aqui. É normal em Curitiba:


  1. chamar salsicha de vina;
  2. cachorro-quente não ter molho;
  3. sentir muito frio dentro de casa;
  4. não existir festa junina boa;
  5. não convidar as pessoas para te visitar em casa;
  6. esperar o caixa do supermercado passar os produtos, sem mexer um dedo para colocá-los na sacola. Isso me deixa indignada e impaciente.
  7. ser lento no trânsito;
  8. achar que baiano é preguiçoso ou tem mau gosto (algo que eu não concordo de maneira alguma);
  9. torcer pelo Coxa ou pelo Atlético;
  10. sempre verificar a previsão do tempo antes de sair de casa;
  11. usar botas por vários dias, semanas seguidos;
  12. achar que Curitiba é a melhor cidade do mundo.
Se é a melhor do mundo, eu não sei, mas que eu amo morar aqui, eu amo, apesar de toda a saudade que sinto da minha família atualmente e de todas as coisas negativas que listei acima. Hoje, especialmente não quis listar as melhores coisas da cidade que me fazem amá-la tanto.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Eu nunca fui...

... dama de honra;
... madrinha de casamento;
... linda de morrer;
... podre de rica;
... super criativa;
... muito carinhosa;
... puxa-saco de ninguém;
... a melhor amiga;
... boa cozinheira;
... namoradeira;
... paciente.

Que horror!

terça-feira, 16 de junho de 2009

Cadê as festas juninas?


Oh, saudade!

Se tem uma coisa que eu sinto falta aqui em Curitiba, é de uma festa junina.

No ano passado, até que arriscamos ir a algumas, mas nenhuma que chegasse perto das festas juninas que íamos em Brasília. E olha que nem estou comparando com Caruaru ou Campina Grande, que infelizmente ainda não tive a chance de conhecer, mas que são meu sonho de consumo junino...

Quanta vontade de comer canjica, milho cozido, bolo de mandioca, arroz carreteiro, churrasquinho, camarão empandao, ouvir um forrozinho, ver uma quadrilha animada... ai, ai... isso não tem por aqui, não. Que triste

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Amigas verdadeiras?

Eu não sou uma especialista em fazer amigos. Não sei se o meu jeito de ser não me ajuda nesta tarefa... sou tímida, falo pouco, sei lá. O fato é que tenho apenas quatro amigas. Todas elas do tempo da faculdade. Mas, acredita que às vezes duvido de quão verdadeiras são essas amizades? Não sei se posso contar com elas em qualquer momento da minha vida, não sei se posso falar a elas tudo o que realmente penso e sinto... não sei.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

sobre o Atuba

Bem, não conheço muito ainda. Mas a parte onde moro é nova, com muitos terrenos ainda vazios e muitas casas em construção, mais especificamente sobrados, como são conhecidas as casas de dois andares por aqui. Em Brasília, pelo menos antigamente, eu me lembro que casas de dois andares eram chamadas de HP3. Eu nunca soube por quê.

A minha rua fica já no fim do bairro, praticamente divisa com o município de Colombo. No fim da rua, está o Parque Atuba, que ainda não conheço. Mas a vizinhança pelo jeito aproveita o parque para andar de bicicleta, fazer caminhadas, correr, principalmente nos fins-de-semana.

O comércio deixa um pouco a desejar: tem um mini-mercado bem ruinzinho, um salão de beleza maior e outros menorzinhos, mas nenhum deles faz escova marroquina nem minha depilação a fio. :-( Porém, do que mais sentimos falta é de um self-service que se preze. A gente praticamente não cozinha em casa. Quando morávamos no Bacacheri, tínhamos a sorte de a poucos metros de casa ter um self-service muito bom, variado, limpinho, de bom atendimento, era o Lokal, quanta saudade. Aqui temos a Cantina alguma coisa que me esqueci agora, mas é bem chinfrim, também a R$6,50 por pessoa, eu queria o quê, né? Agora padaria, nunca tive a sorte de morar perto de uma boa. E eu amo pão...

Ah, também não tem videolocadora boa.

Ou seja, para comprar pão, almoçar feliz, alugar um filme, fazer minha depilação e minha escova marroquina etc terei que pegar o carro. Ainda bem que eu tenho um. Pode ser de ônibus também, que é fácil de tomar aqui, mas de carro é sempre melhor.

Mas, apesar de não estar a alguns passos de todas essas comodidades, ainda assim estou feliz em estar na minha casinha nova. As vantagens dela compensam o gasto com a gasolina.