sábado, 19 de dezembro de 2009

é uma menina!

Essa semana descobrimos que teremos uma menina. Quanta emoção! Fazer a ecografia, ve-la se mexendo, ouvir seu coração batendo forte, saber que está tudo indo bem, não tem preço! Foram as imagens e os sons mais lindos que pude ver e ouvir em toda minha vida. E como é bom agora falar com minha barriga, acariciá-la, sabendo que dentro dela cresce uma menininha que eu já amo tanto!

sábado, 12 de dezembro de 2009

E eu canto para meu bebê

E quando canto, choro de emoção...

K-Ci & JoJo - All My Life

I will never find another luva sweeta than you,
Sweeta than you
And I will never find anutha luva more precious than you
More precious than you
Girl (ou será boy? ainda não sabemos...) you are
Close to me you're like my mother
Close to me you're like my father
Close to me you're like my sister
Close to me you're like my brutha
You are the only one my everything and for you this song I sing

And all my life
I've prayed for someone like you
And I thank God that I, that I finally found you
All my life
I've prayed for someone like you
And I hope that you feel the same way too
Yes, I pray that you do love me too

I said you're all that I'm thinkin' of.....baby

Said, I promise to never fall in love with a stranger
You're all I'm thinkin' of, I praise the Lord above
For sending me your love, I cherish every hug
I really love you

And all my life, baby, baby, I've prayed for someone like you,
And I thank God that I, that I finally found you, baby
All my life I've prayed for someone like you
And I hope that you feel the same way too
Yes, I pray that you do love me

You're all that I ever known
When you smile, on my face, all I see is a glow
You turned my life around
You picked me up when I was down
You're all that I ever known
When you smile on your face all I see is a glow
You picked me up when I was down
You're all that I ever known
When you smile on your face all I see is a glow
You picked me up when I was down
And I hope that you feel the same way too
Yes I pray that you do love me too

All my life
I've prayed for someone like you
And I thank God that I, that I finally found you
All my life I've prayed for someone like you
Yes, I pray that you do love me too
All my life I've prayed for someone like you
And I thank God that I, that I finally found you
All my life I've prayed for someone like you
Yes, I pray that you do love me too

Meu bebê canta para mim

Sim, estou grávida de três meses, e nessa espera, sem fim, para uma pessoa ansiosa, a letra desta música cai com uma luva. Sinto como se meu bebê cantasse para mim, me pedindo para ter paciência e esperar, pois o melhor está por vir. Hay que tener calma y esperar...

Lento

Julieta Venegas

Composição: Julieta Venegas / Coti Sorokin

Si quieres un poco de mí
Me deberías esperar
Y caminar a paso lento
Muy lento

Y poco a poco olvidar
El tiempo y su velocidad
Frenar el ritmo, ir muy lento, más lento.

Sé delicado y espera
Dame tiempo para darte
Todo lo que tengo.

Si quieres un poco de mí
Dame paciencia y verás
Será mejor que andar corriendo
Levantar vuelo

Y poco a poco olvidar
El tiempo y su velocidad
Frenar el ritmo, ir muy lento
Cada vez más lento.

Sé delicado y espera
Dame tiempo para darte
Todo lo que tengo.

Si me hablas de amor
Si suavizas mi vida
No estaré más tiempo
Sin saber que siento.

Sé delicado y espera
Dame tiempo para darte
Todo lo que tengo.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Conclusões desnecessárias e inconclusivas sobre mim

  1. Eu nasci para morar em casa, não em apartamento. E o engraçado é que sempre quis morar em apartamento, mas nunca deu certo. Quer dizer, aqui em Curitiba morei durante um ano e alguns meses em um prédio de apartamentos, mas, mesmo esse, era um prédio diferente, que fugia do convencional; (só eu mesmo para querer morar em apartamento e não em casa, né?)
  2. eu nasci para gastar dinheiro com remédios, cremes e tratamentos para pele e pelos. Nunca vi alguém lutar tanto para ter uma pele menos problemática do que eu. E o tanto que já gastei para combater os pelos? Depilação a laser é o ó. Essa é a última empreitada. Mas como dói e como é caro! E o pior, meus ovários policísticos não me deixam me animar muito com o resultado. Faltam apenas duas sessões do pacote que paguei e já vejo tudo: não serão suficientes. O problema é que estou sem coragem e sem dinheiro para financiar mais umas quantas sessões de tortura;
  3. eu nasci para ser eternamente insatisfeita com minha vida profissional. Quase morro de estudar para passar de primeira no vestibular da UnB, concluir o curso e depois dizer: não gostei, não sou feliz sendo dotôra;
  4. consequência do item 3: viver pensando o que eu gostaria de ser profissionalmente. O que me faria feliz? Perguntinha que não me deixa em paz.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Gente

Há quem não faça nada para ajudar, para facilitar, para ser querido. Como existem pessoas desagradáveis, arrogantes, difíceis de lidar e que se acham acima do bem e do mal! Gente que faz de tudo para humilhar, fazer com que os outros se sintam mal em sua presença.

Às vezes, mesmo sem querer, esse tipo de gente, sai atropelando os outros sem nem perceber, sem falar bom dia, tchau, até logo.

Eu penso que pessoas assim não são amadas de verdade, são simplesmente suportadas, bajuladas. No fundo, sabem disso, são amargas, solitárias, coitadas.

Gente assim me faz mal. ARRRRRRRRG!

domingo, 21 de junho de 2009

Os parques de Curitiba






são tão bonitos, agradáveis, são tão verdes...

Ih, esqueci


é muito normal comer pinhão em Curitiba nesta época do ano. E é bem gostoso!

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Normal em Curitiba















Tem uma rádio da cidade que coloca personalidades locais para dizerem o que é ser normal em Curitiba. Tá eu não sou uma personalidade curitibana, mas já percebi algumas coisas normais em Curitiba nesse ano e meses que moro aqui. É normal em Curitiba:


  1. chamar salsicha de vina;
  2. cachorro-quente não ter molho;
  3. sentir muito frio dentro de casa;
  4. não existir festa junina boa;
  5. não convidar as pessoas para te visitar em casa;
  6. esperar o caixa do supermercado passar os produtos, sem mexer um dedo para colocá-los na sacola. Isso me deixa indignada e impaciente.
  7. ser lento no trânsito;
  8. achar que baiano é preguiçoso ou tem mau gosto (algo que eu não concordo de maneira alguma);
  9. torcer pelo Coxa ou pelo Atlético;
  10. sempre verificar a previsão do tempo antes de sair de casa;
  11. usar botas por vários dias, semanas seguidos;
  12. achar que Curitiba é a melhor cidade do mundo.
Se é a melhor do mundo, eu não sei, mas que eu amo morar aqui, eu amo, apesar de toda a saudade que sinto da minha família atualmente e de todas as coisas negativas que listei acima. Hoje, especialmente não quis listar as melhores coisas da cidade que me fazem amá-la tanto.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Eu nunca fui...

... dama de honra;
... madrinha de casamento;
... linda de morrer;
... podre de rica;
... super criativa;
... muito carinhosa;
... puxa-saco de ninguém;
... a melhor amiga;
... boa cozinheira;
... namoradeira;
... paciente.

Que horror!

terça-feira, 16 de junho de 2009

Cadê as festas juninas?


Oh, saudade!

Se tem uma coisa que eu sinto falta aqui em Curitiba, é de uma festa junina.

No ano passado, até que arriscamos ir a algumas, mas nenhuma que chegasse perto das festas juninas que íamos em Brasília. E olha que nem estou comparando com Caruaru ou Campina Grande, que infelizmente ainda não tive a chance de conhecer, mas que são meu sonho de consumo junino...

Quanta vontade de comer canjica, milho cozido, bolo de mandioca, arroz carreteiro, churrasquinho, camarão empandao, ouvir um forrozinho, ver uma quadrilha animada... ai, ai... isso não tem por aqui, não. Que triste

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Amigas verdadeiras?

Eu não sou uma especialista em fazer amigos. Não sei se o meu jeito de ser não me ajuda nesta tarefa... sou tímida, falo pouco, sei lá. O fato é que tenho apenas quatro amigas. Todas elas do tempo da faculdade. Mas, acredita que às vezes duvido de quão verdadeiras são essas amizades? Não sei se posso contar com elas em qualquer momento da minha vida, não sei se posso falar a elas tudo o que realmente penso e sinto... não sei.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

sobre o Atuba

Bem, não conheço muito ainda. Mas a parte onde moro é nova, com muitos terrenos ainda vazios e muitas casas em construção, mais especificamente sobrados, como são conhecidas as casas de dois andares por aqui. Em Brasília, pelo menos antigamente, eu me lembro que casas de dois andares eram chamadas de HP3. Eu nunca soube por quê.

A minha rua fica já no fim do bairro, praticamente divisa com o município de Colombo. No fim da rua, está o Parque Atuba, que ainda não conheço. Mas a vizinhança pelo jeito aproveita o parque para andar de bicicleta, fazer caminhadas, correr, principalmente nos fins-de-semana.

O comércio deixa um pouco a desejar: tem um mini-mercado bem ruinzinho, um salão de beleza maior e outros menorzinhos, mas nenhum deles faz escova marroquina nem minha depilação a fio. :-( Porém, do que mais sentimos falta é de um self-service que se preze. A gente praticamente não cozinha em casa. Quando morávamos no Bacacheri, tínhamos a sorte de a poucos metros de casa ter um self-service muito bom, variado, limpinho, de bom atendimento, era o Lokal, quanta saudade. Aqui temos a Cantina alguma coisa que me esqueci agora, mas é bem chinfrim, também a R$6,50 por pessoa, eu queria o quê, né? Agora padaria, nunca tive a sorte de morar perto de uma boa. E eu amo pão...

Ah, também não tem videolocadora boa.

Ou seja, para comprar pão, almoçar feliz, alugar um filme, fazer minha depilação e minha escova marroquina etc terei que pegar o carro. Ainda bem que eu tenho um. Pode ser de ônibus também, que é fácil de tomar aqui, mas de carro é sempre melhor.

Mas, apesar de não estar a alguns passos de todas essas comodidades, ainda assim estou feliz em estar na minha casinha nova. As vantagens dela compensam o gasto com a gasolina.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

A localização da nova casa


Bairro Atuba, Curitiba (fonte Wikipedia):






História do Bairro

No local onde hoje é o bairro do Atuba está a origem dos primeiros moradores – e fundadores – de Curitiba. Ainda no século XVI era ali que paravam os desbravadores portugueses, vindos de Paranaguá pelo único caminho então existente. Após atravessar a Serra do Mar eles se instalaram às margens do Rio Atuba, e o pequeno povoado passou a se chamar Vilinha.

Como não encontraram ali o ouro que procuravam, os portugueses seguiram para a região onde hoje estão a praça Tiradentes e o Centro Histórico, e fundaram o povoado de Vila Nossa Senhora da Luz, que depois se transformaria em Curitiba. A Vilinha no Atuba passou a ser denominada, então, Vila Velha.

A história do desenvolvimento do Atuba está ligada ao vizinho Bairro Alto, que tem as mesmas características.

Significado do nome

A palavra Atuba é proveniente do Tupi Guarani – antes dos portugueses, os índios habitavam aquela região às margens do rio de mesmo nome.

O historiador Ermelino de Leão afirma que documentos antigos mencionam o bairro pela denominação de Ubatuba (muitos pinhões), que se transformou em Vatuba, contraindo depois para forma atual de Atuba. Júlio Moreira diz que o nome “Atuba” significa “chácara com árvores cheias de frutas”. Já o Dicionário Tupi Guarani de Orlando Bordoni, mostra Atuba como significado para a nuca ou a parte elevada da cabeça.

Localizado na região Nordeste da cidade, o Atuba faz divisa com os bairros Santa Cândida, Tingüi e Bairro Alto e com o município de Colombo.

Tá isso é o que está na Wikipédia, depois escrevo o que eu penso do bairro, agora não, porque estou com sono.


A saga da nossa nova casa


Depois de tanto olhar, procurar, pesquisar, nos encantamos com um sobrado no bairro Atuba:




  • 3 quartos (uma suíte);
  • garagem que cabe até 3 carros (o vizinho conseguiu essa proeza), com um gramadinho para o cachorro correr feliz da vida;
  • sala com lavabo;
  • cozinha;
  • área de serviço fechada, separada da cozinha com porta (adorei essa área de serviço!);
  • área verde nos fundos, onde tem espaço para uma churrasqueira e
  • o ático com lareira e lavabo.
Tudo de bom! Detalhe: peladinho da silva, sem armário, sem persiana, sem piso nos quartos, sem pia na cozinha, com uma pinturinha muito da sem-vergonha só para cumprir o protocolo e entregar as chaves, mas, enfim, foi o que nos agradou e se encaixou no nosso orçamento apertado, suado, sofrido...

No dia 1/4 (não é mentira) assinamos o contrato de compra e venda com o proprietário e no dia 27/4 assinamos o contrato de financiamento com a CEF. No dia 30/4 mudamos para a casa nova.

Claro que até chegar esse dia, passamos noites sem durmir, preocupados, ansiosos, estressados...
Será que damos conta dessa empreitada? Será que o proprietário vai aceitar nossa proposta? Aceitou! Meu Deus! Que tremedeira, um misto de medo e alegria. Será que vamos conseguir colocar o mínimo necessário em funcionamento para mudarmos o quanto antes e nos livrar do aluguel e da imobiliária sanguessuga? Será que a CEF vai nos financiar tudo o que a gente precisa? Contas, planilhas, pensa daqui, tira de lá, pesquisa persiana, box, armário, pintor... Ah, não pode esquecer o ITBI, os gastos com o cartório, a pintura do ap alugado antes de entregar as chaves para a imobiliária, a transportadora para a mudança... E tome ir embora todo o nosso dinheirinho da poupança, que demoramos tanto para juntar... Mas dinheiro é para isso mesmo, né? Pena que acaba tão rápido

Mas valeu a pena, estamos na casa nova, com as caixas da mudança servindo de armários, uma arara de loja para pendurar as roupas de cabide, persianas só na sala e na suíte, box só na suíte, granito da bancada da pia da cozinha já instalado (é o preto florido), piso laminado nos quartos, cerca elétrica e alarme (segurança em primeiro lugar, e a pintura deixa pra depois)... aos poucos, vamos colocando tudo em ordem, na medida em que o dinheiro permitir. O que importa é que já nos livramos da Cilar, imobiliária sanguessuga, fdp, que só serviu para atrapalhar a nossa vida, (mas já passou, passou), e estamos na nossa casa, financiada, mas é nossa, podemos fazer o que quiser, furar, pintar, colocar quadrinhos...

Falando em furar, não é que um dia antes da mudança, meu marido conseguiu furar um cano do banheiro da suíte? Diz se a gente não é sortudo?

E tem mais: na semana da vistoria da imobiliária no ap antigo, só p/ garantir, meu lindo fechou todos os registros de água que nunca antes haviam vazado e, para nossa sorte, na manhã seguinte, a imobiliária telefona avisando que um vizinho de baixo está reclamando de gotas de água em seu banheiro. Pode acreditar? O registro do banheiro vazou, havia um buraco infeliz abaixo do armário, do qual a gente nunca tomou conhecimento, que para sorte nossa e azar do vizinho de baixo permitiu que a água fosse parar no banheiro dele e não na sala do nosso ap alugado. É, porque apesar de tudo isso, ainda temos que achar que somos sortudos, pois não fosse esse buraquinho, a gente ia ter que gastar uma nota para trocar o piso que estaria encharcado na sala. Não é mole não!

Por enaqunto é isso. Aos poucos vou detalhando mais as dificuldades e alegrias desta nova fase de nossas vidas.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Sorvetes de Curitiba

Desde que conheci meu marido, tenho tomado sorvete com frequência. Não que não tomasse antes, mas é que agora, tomo praticamente todo fim-de-semana. Já está virando mania, vício: todo sábado e domingo após o almoço, a sobremesa é na sorveteria.

Em Curitiba, há muitas sorveterias boas.

A D'vicz fica localizada em alguns shoppings, daí acaba sendo a que a gente vai menos, mas sempre que a gente vai ao shopping que tem D'vicz, deixa um tempinho e um espaço para o sorvete.













A La Basque, também muito boa, fica na Avenida Cândido Hartmann, 380 / Esquina com Angelo Sampaio. O único defeito que eu acho não está no sorvete, mas na sorveteria em si. A localização é ótima, num bairro ótimo, porém, na minha opinião falta investimento dos proprietários. Um sorvete tão gostoso, merecia um local mais descolado, bonito, bem decorado. Mas, não é por isso que vou deixar de tomar sorvete lá. É só uma crítica!

A Freddo é a sorveteria hexacampeã de Curitiba, de acordo com o público de Veja . Eu concordo. O título é merecido. Mesmo sendo longe de casa, a gente vai até lá para saborear as delícias.

Mas, a sorveteria que a gente mais frequenta é a Bapka. Super simples, tem sorveteria Bapka espalhada por toda Curitiba. O sabor é delicioso e o preço maravilhoso. O pessoal leva potes e mais potes e picolés e mais picolés para casa, e sai baratinho. E o melhor, é muito bom. Ganha de longe dos sorvetes da Kibon, Nestlé, esses industrializados que tem por aí, e ainda é mais barato. Portanto, fica a dica: sorvete bom e barato em Curitiba, é sorvete Bapka. Ah, só tem uma coisinha que me incomoda na Bapka do Bacacheri: as abelhas. Tenho pavor, pânico, fobia, é sério!

quarta-feira, 25 de março de 2009

En español 1 - Para qué sirven las agencias de turismo??

Estou fazendo um curso de conversação, cultura e oficina de textos de espanhol, aos sábados pela manhã, no ICBA (Instituto Cultural Brasil Argentina) em Curitiba. Estou gostando muito, o nível da turma é bom, o professor também, e é até bem puxado para o meu nível de espanhol, já que nunca concluí o curso, só cheguei até o intermediário. Como as aulas incluem produção de texto, toda semana tenho que fazer uma redação. Eu já não sou muito boa para produzir textos em português, quanto mais em espanhol. Está sendo um exercício e tanto, assim como escrever no blog. Por isso, vou postar algumas das minhas redações, para ir treinando meu espanhol escrito. E as minhas redações, obviamente, expressam minha opinião sobre algo, portanto, tudo a ver com o blog. Aí vai:

En nuestro último viaje, compramos un paquete turístico con hotel y pasajes aéreos de la empresa GLM Turismo en Curitiba, y me pasó algo que me hice pensar como las agencias de turismo son burocráticas e ineficientes.
Al hacer nuestras reservas de pasaje y hotel, percibí que mi nombre estaba incorrecto y alerté a la agente que, por su vez, llamó a la operadora para que corregiera el error y no hubiera problemas en el momento del embarque. Además de eso, pedí que nuestro cuarto de hotel no fuera en la planta baja. Salí de la agencia, aparentemente, con todo resuelto. Sin embargo, para nuestra sorpresa, en el momento del embarque, mi nombre no había sido corregido y al llegar al hotel, nuestro cuarto estaba en la planta baja. O sea, sería mejor que hubiéramos comprado nuestros pasajes nosotros mismos, por internet y reservado el hotel como queríamos. El problema es que sería más eficiente, sin embrago, más caro.
Escrebí esto sólo para expresar mi insatisfación con una agencia de turismo y dejar la pregunta: para qué ellas sirven además de hacer los paquetes turísticos más baratos ? Ya que, hoy en día, podemos hacer todo por nuestra propia cuenta por internet.

quarta-feira, 11 de março de 2009

Casa própria: comprar agora ou esperar?


Cansados de pagar aluguel (já são sete longos anos), estamos, mais uma vez, pensando seriamente em comprar um imóvel para chamar de nosso.
Havíamos iniciado um negócio em Brasília mas, por conta de nossa mudança para Curitiba, e por não podermos continuar arcando com o aluguel aqui e a compra lá, tivemos de desistir. Não fosse por isso, provavelmente, hoje estaríamos vivendo na nossa própria casa (pequenina e financiada) em Brasília. Mas, a vida nos trouxe para Curitiba, e cá estamos pagando aluguel, ainda.
Já é a segunda vez que saímos por Curitiba numa temporada de busca de imóveis para compra. Na primeira, ainda no ano passado, desistimos por um tempo, para juntar mais grana e facilitar o financiamento. Bueno, agora estamos na segunda temporada. Vimos uma opção que está aguçando muito nossa vontade de compra, porém, ainda não está pronta para morar. A previsão de entrega é somente para o fim deste ano, ou seja, até lá, pague-se o aluguel. Além disso, quando estiver pronta, ainda teremos de colocar o piso da sala e dos quartos e armários em todos os cômodos. Claro que não precisa ser tudo de uma vez, mas...

sexta-feira, 6 de março de 2009

Propaganda é a alma (ou a arma?) do negócio

Essas duas fotos de pérolas da propaganda brasileira foram tiradas durante as nossas férias em Porto de Galinhas. As fotos podiam ser enviadas ao autor do livro Brasil das Placas - viagem por um país ao pé da letra, para aumentar a coletânea de seu livro na próxima edição. :-)

domingo, 1 de março de 2009

Visitas na semana santa

Oba,

estou hiper, mega feliz: minha irmã e cia vem passar a semana santa aqui em Curitiba. Vamos passear e nos diverti muuuito. Como é bom amar e ser amado!

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Ovo se lava?


Pois é.
Depois de voltar do supermercado com uma caixa de ovos sujos de caca de galinha, me veio a dúvida: lavar ou não lavar?
Corri para minha enciclopédia virtual (como é bom ter internet) e li que, quando se lava o ovo, ele suga a água para seu interior e as bactérias que ficam na casca o penetram. Portanto, ovo não se lava.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

E a Furiosa arrepiou!


Salgueiro, Salgueiro...

Assisti ao desfile da Salgueiro pela TV, mesmo, e me arrepiei, sim. Imagina quem viu ao vivo e a cores????????? A bateria Furiosa contagiou e a nota 10 foi merecida. Salve o Salgueiro, Salgueiro...

Tá difícil


Até que acordei cedo, tomei banho, fiquei prontinha para ficar estudando até a hora de sair para o trabalho. Mas, para variar, não consigo me concentrar. Não estou convicta, decidida a estudar para outro concurso, porque sei que não será isso que me dará satisfação profissional. Daí é sempre assim: começo, me empolgo, imprimo o edital, compro livro e, no meio do caminho, me desanimo...

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Bueno, se acabó la joda

Enfim, o carnaval acabou, a quarta-feira de cinzas está chegando, e com ela, a volta à vida normal.
Acabaram-se minhas férias, as tardes de ócio, blog e Mulheres Apaixonadas :-(.
Deixei para trás o sol, o mar, o calor e os peixinhos de Porto de Galinhas, o sotaque e os personagens pernambucanos, e meus pais (que passaram esses dias especiais lá com a gente e os peixinhos).
Acabou-se o que era doce, salgado e camarão...
Amanhã voltam o trabalho, o estresse, o chefe, os colegas, a academia, o horário para acordar, o horário para tomar banho, a dúvida cruel sobre o futuro profissional, o que estudar, ter que estudar, marcar horário com a ginecologista, a dermatologista e o dentista.
Já a partir de hoje, o clima de Curitiba mudou. Passou o verão e o outono chegou antes da hora?
Bem, espero não ver tudo cinza a partir da quarta-feira de cinzas.

“Lembra-te que és pó e que ao pó voltarás!”

Caboclo de Lança





























Depois de minha visita a Pernambuco, voltei fascinada pela figura colorida e misteriosa do Caboclo de Lança. Quem são esses homens? De onde vêm? Qual a mensagem que querem transmitir?

De breves leituras em pesquisas na internet, descobri o seguinte:
  • o caboclo de lança é o personagem principal do maracatu rural - manifestação típica de trabalhadores da cana da Zona da Mata de Pernambuco;
  • a maior parte das evoluções, coreografias, dos rituais presentes nos maracatus rurais podem ser considerados uma metáfora de uma situação de guerra, de quem vai enfrentar uma luta e daí, a figura que se destaca não só pela quantidade, mas pela beleza, exotismo, exuberância, colorido e sobretudo pelo aspecto guerreiro, é a do caboclo de lança;
  • durante as apresentações, os caboclos de lança abrem espaço para o maracatu evoluir, posicionando-se em dois cordões que ladeiam todo o maracatu, separam o espaço sagrado do profano;
  • a indumentária do caboclo de lança é algo a ser destacado e admirado. Tem uma profusão de cores com predominância do vermelho e amarelo, pesando cerca de 25 a 40 Kg, incluindo a vasta cabeleira, a guiada (lança) e os chocalhos. Ela se compõe de:
    - Ceroulão - calça de chitão com elástico nas pernas;
    - Fofa - calça frouxa com franja que fica em cima do ceroulão;
    - Meião - comprido como de jogador, preso à perna com liga de elástico;
    - Camisa de mangas compridas de cores vivas, sobre esta o surrão;
    -Surrão também chamado de maquinada, uma armação de madeira coberta de lã de cor viva, amarrada nas costas que ergue os ombros e possui uma bolsa confeccionada de pelúcia sintética, imitando o couro de carneiro (usada anteriormente), onde são presos cerca de cinco chocalhos, na altura das nádegas;
    - Chocalhos - provocam um barulho agressivo e primitivo que vibram num compasso forte e seco quando os caboclos se movimentam Os chocalhos presos no surrão são sempre em número ímpar, para espantar o azar;
    - Gola - colocada em cima do surrão, parece uma grande túnica que vai até a altura dos joelhos, caindo como um poncho. A gola tem grande destaque e representa o maior orgulho e vaidade do caboclo de lança. Geralmente é confeccionada durante o ano inteiro pelos próprios caboclos, sendo resultado de todas as suas economias. Ela é de terbrim ou veludo forrado com popeline e bordada com miçangas, vidrilhos, lantejoulas e canutilhos de diversas cores que formam vários desenhos e brilham muito;
    - Lenço - colorido amarrado na cabeça, sobre este um chapéu de palha enfeitado de fitas multicoloridas de papel crepom ou celofane e, em cima deste, a cabeleira;
    - Cabeleira - é enorme, formada por tiras bem finas de papel celofane ou laminado bem coloridas, semelhante a uma juba de leão (a Mitologia e a Psicanálise relacionam
    a cabeleira longa como símbolo de poder). Os caboclos de lança pintam o rosto com uma tinta vermelha, geralmente o urucum, procedimento semelhante aos adotados pelos indígenas, quando iam enfrentar uma luta. Para se proteger do mal, usam um galho de arruda atrás da orelha e um cravo branco ou uma rosa na boca. Isso busca manter o corpo fechado contra as adversidades. Mas, com mercantilização do caboclo de lança, sobretudo na Região Metropolitana do Recife, é comum saírem com uma rosa de plástico na boca, com um sentido que eles não sabem atribuir, diferentemente dos caboclos de lança da Zona da Mata.
    Muitos deles usam óculos escuros e verificou-se que isto significa para o caboclo de lança face nova, poder, nova identidade. Usam sapatos tênis para se movimentar melhor, realizar longas caminhadas, enfrentando o sol fervente, segurando um peso que pode chegar até 30 a 40 Kg.
    A lança ou guiada é de madeira com mais de dois metros de comprimento, afilada na ponta, recoberta de alto a baixo por dezenas de metros de fitas de seda coloridas, com cerca de 60 centímetros que lhes dão uma aparência mais feroz.
Fonte: O CABOCLO DE LANÇA DO MARACATU RURAL, O TRABALHADOR RURAL SE PREPARA PARA ENFRENTAR A LUTA DE CLASSES - trabalho de Roseana Borges de Medeiros, da Universidade Federal Rural de Pernambuco - Anais Folkcomunicação - 7 Conferência Brasileira de Folkcomunicação







segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Sem raízes

Depois de assistir ao show cultural em Porto de Galinhas, fiquei me sentindo sem raízes.
Como brasiliense que sou, não tenho uma dança típica, uma comida típica, um sotaque característico. Enfim, não tenho nada que me identifica quando digo que sou de Brasília. É tão sem graça!
Quer dizer, quando digo que sou de Brasília, as pessoas logo perguntam se já esbarrei com o Lula pelas ruas da cidade. Dizem que é a terra dos corruptos, mas se esquecem que os políticos que lá estão foram escolhidos pelo Brasil inteiro.

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Pernambuco me encantou

Chegamos a Recife no dia 14/2 (sábado) e fomos muitíssimo bem recepcionados no aeroporto, já em ritmo de frevo e decoração de carnaval. Deu vontade de ficar curtindo a animação dos personagens do carnaval pernambucano (caboclo com lança, passistas de frevo, papangu, caipora...) ali mesmo. Divertidíssimo, alegre e contagiante!














Fomos direto para Porto de Galinhas e ficamos na Pousada Tabajuba. Fiz a escolha baseada no site. Claro que as fotos do site são belíssimas, mas, ao vivo, o quarto deixou um pouco a desejar: um cheirinho de mofo e as toalhas de banho, que eram brancas, mesmo as limpas, tinham uma cor encardida, pareciam mal lavadas. Porém as áreas comuns da pousada eram bem agradáveis. Como não ficamos tanto tempo dentro do quarto, tudo bem; mas numa próxima visita a Porto de Galinhas, não ficarei mais nessa pousada.














No domingo optamos por ficar na Praia de Porto de Galinhas, mesmo. Belíssima, uma água morninha e o melhor de tudo: o mergulho nas piscinas naturais para ver os peixinhos, que são uma graça. O passeio - jangada que sai da praia até as piscinas naturais - custa R$10, por pessoa, e vale muuuuuuuuuuuito a pena!






Praia de Porto de Galinhas, vista desde a jangada.







Na segunda, aproveitamos para fazer um city tour até Recife e Olinda. Amei conhecer as cidades e um pouco da cultura do povo pernambucano.
Para completar, à noite, fomos a um show cultural no restaurante Tragaluz de Porto de Galinhas - R$25, por pessoa, só o show com direito a uma bebidinha e nada mais. Comemos uma peixada pernambucana. Não achei nada demais. Na verdade, a peixada capixaba ganha de longe. Mas, em compensação, o show valeu cada centavo. Mostrou os vários ritmos de Pernambuco: forró, frevo, caboclinho, ciranda, coco, maracatu. Até aprendi uns passinhos básicos do frevo num mini curso. Mas, fiquei impressionada com minha ignorância. Não sabia quase nada de Pernambuco. Continuo sem saber muito, mas com esse show deu para ter uma idéia da riqueza cultural daquele estado. Acho que na escola, nas aulas de educação cívica, artes, sei lá, a gente devia aprender de verdade sobre as diversidades do folclore e tradições culturais do nosso país.
Praça do Marco Zero em Recife - pronta para o Carnaval












"Oh, linda situação..."





























Na terça, fomos conhecer a Praia de Muro Alto, também muito bela, água gostosa e com passeio de jangada até as piscinas naturais mais barato que na Praia de Porto de Galinhas: R$8, por pessoa. Essa foi a praia que mais gostei, mas tinha um inconveniente: falta de infra-estrutura. Havia uma única barraquinha, com preços altíssimos e sem banheiro. Um sofrimento não ter um banheirinho sequer. Na verdade, uma vergonha.














Na quarta, fizemos o passeio até a Praia dos Carneiros. Vou ter que repetir: belíssima. Essa já tem uma ótima infra-estrutura, restaurante com banheiro, ducha, tudo bem ajeitado para receber os turistas. Fizemos também um passeio de catamarã - R$15, por pessoa. Mas, esse não recomendo. O guia era um carinha bem forçado, querendo ser o engraçado e divertido, com piadas sem graça. O passeio nos levou até um manguezal, depois a uma praia onde havia argila para passar na pele e rejuvenescer (segundo o guia). Nada demais.














Por fim, o último dia :-(. Passeio até a Praia de Gaibu e Calhetas (em forma de coração),














com direito a aventura de bugue e parada no Cabo de Santo Agostinho (uma vista inesquecível).














Enfim, amei Porto de Galinhas. Que praias, que águas, que peixinhos lindos. Amei conhecer um pouquinho sobre Recife e Olinda, todos os seus ritmos e personagens carvavalescos.

A comida é que não era nada excepcional, com exceção de um lugar, que de tão gostosa que era a comida fomos jantar lá três vezes, em seis noites. O lugar se chama Barcaxeira. Os pratos são bem servidos e os preços, muito justos.













Como o próprio nome faz lembrar, o ingrediente mais importante dos pratos do Barcaxeira é a macaxeira (mandioca, aipim, como queiram). Porém, nem só de macaxeira vive o Barcaxeira, além da macaxeira gratinada com carne seca,














provamos a carne seca desfiada com banana à milanesa (delícia!!!!!!!!)














e ainda, o campeão dos campeões: atolado de camarão - para duas pessoas, serviria bem a três, custa apenas R$39,90. Vale muito a pena!

















Ai, ai, voltei para Curitiba em plena sexta-feira de carnaval. Pode acreditar? "Fazer o quê? É o jeito." (como diria Edmilton, nosso guia em Porto de Galinhas).

Juro que, se tivesse uma graninha sobrando, tinha mandado o pacote turístico para os ares e tentado ficar mais uns dias, aproveitando o mar, o sol, o frevo, o Galo da Madrugada, os bonecos gigantes de Olinda e tudo o mais que eu tivesse direito. Vontade não faltou, só faltou a grana.

Pernambuco realmente me encantou e me fez ficar com vontade de voltar. Da próxima, para curtir o carnaval.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Isso é um vício

Nossa, tô viciada em ler blog, postar, eu, hein!
Entrei de férias, e como só viajo no próximo fim-de-semana, tenho ficado muito tempo em frente ao computador. Tinha que fazer uma arrumação na casa, organizar armários, me desfazer de roupas e sapatos que não uso mais, estudar... e quem disse?
Essas foram as férias do blog! Ainda bem que vou viajar para a praia e nem vou me lembrar desse negócio. Quando voltar espero estar livre desse vício!

Férias e Mulheres Apaixonadas

Ai, como é bom estar de férias e assistir todo dia, em Vale a Pena Ver de Novo, a Mulheres Apaixonadas. Adooooooooooooooro!

"Quando a luz dos olhos meus e a luz dos olhos teus resolvem se encontrar/Ai que bom que isso é, meu Deus/ Que frio que me dá/ O encontro desse olhar/ Mas se a luz dos olhos teus resiste aos olhos meus só pra me provocar/ Meu amor, juro por Deus, me sinto incendiar..."

Estudar que é bom, nada, né?

Julieta Venegas

É uma cantora mexicana que tenho ouvido muito nos últimos dias. Muito sensível, já cantou com Marisa Monte (que para mim, é a melhor) e com Lenine. Vale a pena conferir o Acústico MTV dessa artista.

Ilusión

Julieta Venegas

Composição: Julieta Venegas / Adaptação para o português: Marisa Monte e Arnaldo Antunes

Uma vez eu tive uma ilusão
E não soube o que fazer
Não soube o que fazer
Com ela
Não soube o que fazer
E ela se foi
Porque eu a deixei?
Por que eu a deixei?
Não sei
Eu só sei que ela se foi

Mi corazón desde entonces
La llora diario
No portão
Por ella no supe que hacer
y se me fue
Porque la dejé
¿Por que la dejé?
No sé
Solo sé que se me fue

Sei que tudo o que eu queria
Deixei tudo o que eu queria
Porque não me deixei tentar
Vivê-la feliz

É a ilusão de que volte
O que me faça feliz
Faça viver

Por ella no supe que hacer
Y se me fue
Porque la dejé?
¿Por que la dejé?
No sé
Solo sé que se me fue

Sei que tudo o que eu queria
Deixei tudo o que eu queria
Porque não me deixei tentar
Viver-la feliz

Sei que tudo o que eu queria
Deixei tudo o que eu queria
Porque no me dejo
Tratar de ser la feliz

Porque la dejé?
¿Por que la dejé?
No sé
Solo sé que se me fue


Lento

Julieta Venegas

Composição: Julieta Venegas / Coti Sorokin

Si quieres un poco de mí
Me deberías esperar
Y caminar a paso lento
Muy lento

Y poco a poco olvidar
El tiempo y su velocidad
Frenar el ritmo, ir muy lento, más lento.

Sé delicado y espera
Dame tiempo para darte
Todo lo que tengo.

Si quieres un poco de mí
Dame paciencia y verás
Será mejor que andar corriendo
Levantar vuelo

Y poco a poco olvidar
El tiempo y su velocidad
Frenar el ritmo, ir muy lento
Cada vez más lento.

Ser delicado y espera
Dame tiempo para darte
Todo lo que tengo.

Si me hablas de amor
Si suavizas mi vida
No estaré más tiempo
Sin saber que siento.

Ser delicado y espera
Dame tiempo para darte
Todo lo que tengo.


Miedo

Julieta Venegas

Composição: Pedro Guerra/Lenine/Robney Assis

Miedo

Tienen miedo del amor y no saber amar
Tienem miedo de la sombra y miedo de la luz
Tienem miedo de pedir y miedo de callar
Miedo que da miedo del miedo que da

Tienem miedo de subir y miedo de bajar
Tienem miedo de la noche y miedo del azul
Tienem miedo de escupir y miedo de aguantar
Miedo que da miedo del miedo que da

El miedo es una sombra que el temor no esquiva
El miedo es una trampa que atrapó al amor
El miedo es la palanca que apagó la vida
El miedo es una grieta que agrandó el dolor

Tenho medo de gente e de solidão
Tenho medo da vida e medo de morrer
Tenho medo de ficar e medo de escapulir
Medo que dá medo do medo que dá

Tenho medo de ascender e medo de apagar
Tenho medo de esperar e medo de partir
Tenho medo de correr e medo de cair
Medo que dá medo do medo que dá

O medo é uma linha que separa o mundo
O medo é uma casa aonde ninguém vai
O medo é como um laço que se aperta em nós
O medo é uma força que não me deixa andar

Tienem miedo de reir y miedo de llorar
Tienem miedo de encontrarse y miedo de no ser
Tienem miedo de decir y miedo de escuchar
Miedo que da miedo del miedo que da

Tenho medo de parar e medo de avançar
Tenho medo de amarrar e medo de quebrar
Tenho medo de exigir e medo de deixar
Medo que dá medo do medo que dá

O medo é uma sombra que o temor não desvia
O medo é uma armadilha que pegou o amor
O medo é uma chave, que apagou a vida
O medo é uma brecha que fez crescer a dor

El miedo es una raya que separa el mundo
El miedo es una casa donde nadie va
El miedo es como un lazo que se aprieta en nudo
El miedo es una fuerza que me impide andar

Medo de olhar no fundo
Medo de dobrar a esquina
Medo de ficar no escuro
De passar em branco, de cruzar a linha
Medo de se achar sozinho
De perder a rédea, a pose e o prumo
Medo de pedir arrego, medo de vagar sem rumo

Medo estampado na cara ou escondido no porão
O medo circulando nas veias
Ou em rota de colisão
O medo é do Deus ou do demo
É ordem ou é confusão
O medo é medonho, o medo domina
O medo é a medida da indecisão

Medo de fechar a cara, medo de encarar
Medo de calar a boca, medo de escutar
Medo de passar a perna, medo de cair
Medo de fazer de conta, medo de dormir
Medo de se arrepender, medo de deixar por fazer
Medo de se amargurar pelo que não se fez
Medo de perder a vez

Medo de fugir da raia na hora H
Medo de morrer na praia depois de beber o mar
Medo... que dá medo do medo que dá
Miedo... que da miedo del miedo que da

Por que eu também amo Buenos Aires

Porque é a capital do país do meu marido. É uma cidade grande, cosmopolita, bela, chique, cheia de delícias. E como querer já é o primeiro passo para se conseguir; como um dia eu quis morar em Curitiba e hoje eu moro em Curitiba, eu digo: eu ainda quero viver um tempo em Buenos Aires e aproveitar cada coisa boa e linda que ela pode oferecer.







































































































quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Por que eu amo Curitiba

Alguma imagens valem mais do que mil palavras:
Parque Barigui














Jardim Botânico




























Ópera de Arame















Vista Panorâmica da Torre da Brasil Telecom














Viemos morar em Curitiba em janeiro de 2008. Para mim é um sonho realizado. Desde que conheci a cidade, nas minhas férias escolares de julho/93, me apaixonei, me encantei e pensei: taí uma cidade em que eu moraria. Depois, voltei a passeio por mais duas vezes e meu encantamento persistiu. E como sempre tive vontade de morar em outra cidade, já que havia nascido e vivido sempre em Brasília, ficou na cabeça a ideia de quem sabe um dia... Muito bem, esse dia chegou: 17 de janeiro de 2008. Por uma oportunidade no trabalho, tudo se encaixou. Desde então, eu, meu marido e nosso cachorro vivemos em Curitiba e tentamos aproveitar tudo o que a cidade tem de melhor: parques, ótimos restaurantes, bairros bonitos... Eu amo viver em Curitiba!